André Moura: “O Forró Caju em 2017 não será realizado”

Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil

Nesta quarta-feira (14), durante entrevista no programa Balanço Geral, da TV Atalaia, o deputado federal André Moura (PSC), afirmou que o Forró Caju em 2017 não será realizado. Segundo o deputado, a prefeitura de Aracaju não poderá receber recursos do Governo Federal por estar inadimplente junto à União. Ainda segundo o deputado, a ausência de uma certidão negativa impediu o repasse.

Moura complementou que a verba de R$ 1,4 milhões do Ministério do Turismo será destinada para municípios sergipanos que estão adimplentes e irão realizar festas no período junino.

A Prefeitura de Aracaju informou que o que impediu o repasse dos recursos foi que a gestão passada deixou de aplicar os 25% dos recursos em Educação, como é obrigatoriamente determinado pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Segundo a prefeitura, a gestão anterior, ao invés de realizar aplicação obrigatória, inseriu pagamentos de aposentados e pensionistas na conta, o que foi identificado pelo Ministério da Educação como irregular, em análise realizada no último mês de maio, o que impediu o recebimento dos recursos que seriam voltados para a realização do Forró Caju.

Com informações do Portal A8 e Jornal da Cidade

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1 COMENTÁRIO

  1. A não realização do Forrocaju oferece uma boa oportunidade para a prefeitura organizar um amplo fórum de debates, inclusive com a participação de atuais ou ex-gestores, técnicos da área de cultura, pesquisadores e estudiosos, incluindo alguns de fora do estado, para repensarmos o modelo em vigor. Isso depois da poeira baixar, ainda este ano.

    No conjunto de texto que publiquei há dias atrás sobre a falta de discussão democrática sobre o Forrocaju, o que pode ser considerado como “vicio de origem”, tem um texto escrito no ano de 2012, da autoria do artista Jorge Ducci, Sergipe é o país do forró. Será!?”, o qual
    trata a respeito dos arraiais de bairros, outrora bastantes presentes em Aracaju.
    No geral, concordo com o texto, só discordo da afirmação do autor de que este modelo de mega evento de massa junino foi invenção da gestão petista. Na verdade, isso já acontecia em algumas cidades do nordeste e aqui no interior com a cidade de Areia Branca.
    Evidente que tenho criticas a fazer ao modo petista ou comunista de pensar e gerir a cultura em Aracaju e em Sergipe, mas não posso me furtar a “dar a César o que é de César”.
    Por outro lado, como disse e reitero, artistas e intelectuais ligados ao PT. PC do B, PV e sem filiação partidária construíram um das melhores politicas públicas de cultura, do Brasil e do mundo, isso com o aval do ex-presidente Lula.

    Mirem-se no exemplo! Tenho repetido. Começaram ouvindo a sociedade. Particularmente participei do primeiro momento do processo de consultas públicas, realizado no ano de 2003. Na época houve quem ficasse preocupado pelo risco de ficar somente na conversa, conversa, conversa.
    Ainda bem que isso não aconteceu.
    http://acaoculturalse.blogspot.com.br/2017/06/forrocaju-um-prefeitura-e-um.html

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