Os dilemas de “Justiça”

A proposta é provocar a reflexão sobre o justo e o injusto, que podem ter significados éticos e morais distintos

Foto: Divulgação Rede Globo

Após a intensa programação olímpica, na semana que vem uma nova minissérie entre no ar no horário nobre. As chamadas de “Justiça” mostram que a história tem potencial para atrair o público. Com texto de Manuela Dias e direção de José Luiz Villamarim, os 20 capítulos contarão quatro histórias diferentes, que se conectam em alguns momentos. A cidade do Recife foi escolhida para ambientar a minissérie.

A proposta é provocar a reflexão sobre o justo e o injusto, que podem ter significados éticos e morais distintos. Sentimentos e ações humanas de perdão, vingança, amor e amizade dão a tônica à vida das personagens.

Uma delas é Elisa (Debora Bloch), uma mãe que, ao perder sua filha assassinada pelo noivo Vicente (Jesuíta Barbosa), decide fazer justiça com as próprias mãos. Outra história é a de Fátima (Adriana Esteves) que é presa após uma plantação de drogas ser encontrada no jardim de sua casa, como forma de vingança de seu vizinho, o policial Douglas (Enrique Diaz), pelo fato dela ter matado o seu cachorro. A terceira protagonista é Rose (Jéssica Ellen), jovem negra que é presa com drogas quando revistada por policiais em uma festa em que estava com sua suposta amiga inseparável Débora (Luisa Arraes).

Justo e o injusto podem ter significados éticos e morais distintos

Por fim, a história do casal Maurício (Cauã Reymond) e Beatriz (Marjorie Estiano) se soma às demais. Ela é atropelada por um político e fica tetraplégica. Diante da fatalidade, pede ao seu amado que realize a eutanásia nela. O rapaz atende a namorada e é preso. Sete anos depois, sai da cadeia obstinado a se vingar pelo atropelamento de Beatriz.

Com elenco de peso e temas que mexem com as opiniões das pessoas, a minissérie promete. Eu não vou perder, você vai? A estreia é na segunda, dia 22.

Até a próxima semana!

Por Joaquim Vela

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