Para mim a sergipanidade é?

Foto: Divulgação

É a resistência do Cacique Serigy ao domínio português;
É a arte antimanicomial de Bispo do Rosário;
É a fibra da Índia Carira na defesa de seu povo;
São os versos eternos de João Sapateiro;
São os estudos singulares de Manoel Bonfim;
É a simplicidade de Padre Pedro;
São as braçadas fortes do prático Zé Peixe;
São as bananeiras marcantes de J. Inácio;
É a luta firme pelo direito à terra de Maria Izabel;
É o feminismo da grande educadora Ofenísia Freire;
É a historiografia escrita pela professora Thetis Nunes;
São os passos marcados da sambadora Nadi da Mussuca;
É a negritude de Beatriz do Nascimento;
É a filologia de João Ribeiro;
É a luta contra a escravidão de João Mulungu;
É o canto junino de Rogério;
São os destacados estudos jurídicos de Tobias Barreto;
É a arte cênica de Valdice Teles;
São os belos versos musicalizados de Ismar Barreto;
É o traço eterno das artes plásticas de Horário Hora;
É o amor de muitos por esse pedacinho de Brasil que se chama, Sergipe.

Por Osvaldo Ferreira Neto, 24 de outubro de 2017

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Discente de História na Universidade Federal de Sergipe. Estagiou no Museu do Homem Sergipano e na Biblioteca Pública Epifânio Dória

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