A chamada reforma trabalhista (Lei 13.467/17), entra em vigor a partir de 11 de novembro de 2017. Antes disso, nesta sexta-feira (10), data de mobilização nacional, trabalhadores protestam contra as novas leis trabalhistas que limitam direitos no Brasil.

É lamentável que a alteração no sistema de trabalho tenha sido votada por um Congresso cada vez mais a serviço das entidades patronais.

Entre vários itens de mudança, está a implementação de terceirização e formas de contrato que rebaixam salários. Há também o risco de aplicação do chamado trabalho intermitente, quando o trabalhador fica à disposição da empresa e executa funções em horários específicos, em jornada de trabalho quebrada – também com redução salarial.

Relembre como foram as votações que aprovaram a Reforma

Sozinho, cada um vai perder. A nova lei também busca enfraquecer sindicatos e negociar por empresa ou até mesmo individualmente. Mas os trabalhadores devem ser responsáveis por fortalecer os sindicatos. Afinal, são esses espaços que, de forma coletiva, conquistam direitos e evitam qualquer tipo de abuso.


Este conteúdo foi originalmente publicado na versão impressa (Edição 61) do Brasil de Fato Paraná.

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